Arquivo de Edições Anteriores - Revista Hominum https://revistahominum.com.br/category/edicao-antiga/ Site da Revista Hominum Mon, 03 Nov 2025 11:24:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://revistahominum.com.br/wp-content/uploads/2020/08/cropped-rh-32x32.png Arquivo de Edições Anteriores - Revista Hominum https://revistahominum.com.br/category/edicao-antiga/ 32 32 Edição 27 – Edição de Setembro – 2024 https://revistahominum.com.br/2024/09/edicao-27-edicao-de-setembro-2024/ Mon, 30 Sep 2024 18:28:29 +0000 https://www.revistahominum.com/?p=817 Baixe a Edição 2024.2 da Revista Hominum

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EDITORIAL

PEDAGOGIA CRÍTICA: EPISTEMOLOGIA, POLÍTICAS E PRÁTICAS

 

Prof. Dr. Roberto Araújo da Silva Vasques Rabelo

Centro Universitário Lusíada (UNILUS) – Universidade de São Paulo (USP)

Prof.ª Dr.ª Maria Amélia do Rosário Santoro Franco

Universidade Católica de Santos (UNISANTOS)

 

As vertentes críticas em Pedagogia têm fundamentado estudos e debates no campo educacional desde meados do século XX. Com procedências vinculadas ao aspecto emancipatório do paradigma moderno, isto é, ao marxismo e suas decorrências, a Pedagogia Crítica configura-se como importante recurso de resistência e enfrentamento às desigualdades sociais presentes no devir existencial humano e no sistema capitalista contemporâneo.

A práxis da Pedagogia Crítica integra a consciência e a prática da educação como recursos para a transformação da ideologia dominante que oprime classes sociais subalternizadas. Portanto, essa perspectiva epistemológica opera práticas educativas baseadas na problematização de contextos histórico-culturais com vistas a modificá-los, na intenção de produzir justiça social e cognitiva.

Este dossiê reúne trabalhos que discutem princípios epistemológicos, práticas pedagógicas e políticas educacionais lastreados na Pedagogia Crítica. Os artigos aqui reunidos pretendem contribuir com o desenvolvimento da Educação, a ampliação do debate epistemológico sobre Pedagogia e Pedagogia Crítica, assim como difundir potencialidades da práxis pedagógica crítica em instituições escolares.

No primeiro texto, intitulado Pedagogia Crítica: princípios epistemológicos e políticos, de nossa autoria, buscamos descrever as bases epistêmicas e políticas da Pedagogia Crítica, apresentando seus elementos constitutivos e suas finalidades emancipatórias.

O segundo artigo, O direito de ser e se construir humano: formando por uma epistemologia crítica freireana, de Guadalupe Mota e Simone Nogueira, busca evidenciar, a partir de um processo formativo docente com caráter pedagógico-crítico, as possibilidades de reação à lógica neoliberal na Educação.

No terceiro estudo, intitulado A Pedagogia Crítica na perspectiva de Maria Amélia do Rosário Santoro Franco, Mary Gracy Lima e Saray Marques indicam subsídios da e para a Pedagogia Crítica, a partir de uma análise da obra de Maria Amélia Santoro Franco.

Em Teoria Crítica e Pedagogia Crítica sob a ótica de Theodor Adorno, Walter Benjamin e Paulo Freire, Gabriel Jorge Rodrigues de Souza e Aldo Lima Silva discutem, de maneira ensaística, articulações entre a Teoria Crítica da Escola de Frankfurt e as bases da Pedagogia Crítica freireana, fundamentos da práxis pedagógica socialmente engajada e emancipatória.

O quinto artigo, Formação Inicial em Pedagogia: o aprender a ensinar em sua relação com as práticas pedagógicas a partir da Pedagogia Crítica, cuja autoria é de Thayná Guedes Assunção Martins e João Antonio de Sousa Lira, traz uma análise de como a Pedagogia Crítica pode contribuir no processo de aprender a ensinar mediante a produção de práticas pedagógicas que transcendam a ingenuidade.

No sexto texto, A rotina pedagógica e a inibição da infância: curiosidade epistemológica à míngua, Hélio da Guia Alves Junior e Silvia Cinelli Quaranta buscam identificar prejuízos oriundos da mecanização da rotina pedagógica, com a pretensão de compreender a diferença entre rotina e ritual, e refletir sobre as possibilidades do ritual pedagógico como um instigador da curiosidade epistemológica, um fundamento da Pedagogia Crítica.

O sétimo artigo, Conflito Pedagógico: dispositivo e possibilidade em outra pedagogia, das autoras Leiny Leite e Lisley Gomes da Silva, provoca reflexões sobre o conceito de conflito, a partir de pressupostos da Pedagogia Crítica freireana.

Em Educação antirracista e mídias digitais na EJA: caminhos de esperança em tempos de desencanto, o oitavo texto deste dossiê, Valmir Jhonatta Barbosa e Rosângela Rodrigues dos Santos analisam a integração entre mídias digitais e práticas pedagógicas críticas e antirracistas no contexto da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

O nono estudo deste dossiê, de autoria de Larissa Lima dos Santos e Silvia Cinelli Quaranta, tem como título Crianças refugiadas: o pertencimento por meio da educação e apresenta um importante relato de experiência alicerçado em fundamentos críticos emancipatórios sobre a educação de crianças refugiadas do Afeganistão.

O último artigo que compõe este dossiê, Princípio da Pedagogia Crítica como possibilidades de formação e práticas pedagógicas no processo de inclusão escolar no município de Cajati/SP, cuja autoria é de Olga Rosa Koti, explora potencialidades de formação docente lastreadas na Pedagogia Crítica, no contexto de um município pertencente a uma das regiões mais pobres do Estado de São Paulo.

Em suma, acreditamos no potencial da Pedagogia Crítica como recurso fundamental para a produção de uma educação progressista e para a superação de desigualdades, regimes de opressão e autoritarismos. Esperamos que este dossiê possa sensibilizar e congregar novos estudantes, docentes, pesquisadores e quaisquer interessados nessa temática, para o desenvolvimento de uma sociedade global justa, a partir de práticas pedagógicas problematizadoras, politicamente engajadas e socialmente referenciadas.

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Edição 26 – Edição Julho – 2024 https://revistahominum.com.br/2024/06/edicao-26-edicao-julho-2024/ Fri, 21 Jun 2024 02:37:04 +0000 https://www.revistahominum.com/?p=792 Baixe a Edição 2024.01 da Revista Hominum

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EDITORIAL

 

Tallita Stumpp

Universidade Federal do Rio de Janeiro

tallitastumoreira@gmail.com

Leandro Couto Carreira Ricon

Universidade Católica de Petrópolis – Faculdade EnsinE

leandro.ricon@ucp.br

 

Todos nós acompanhamos, ao longo dos últimos anos, os sucessivos ataques à educação brasileira e, sobretudo, à escola pública. Os confrontos que se travam não visam apenas um projeto educacional, mas um projeto de sociedade e, embora a democratização do acesso à educação tenha significado historicamente um avanço, as atuais configurações das políticas públicas neste âmbito lembrando-nos de que a construção de uma educação verdadeiramente democrática ainda está em processo e disputa. No entanto, as políticas públicas não se resumem à letra da lei, mas estão intimamente relacionadas com as práticas educativas, com os sujeitos nelas envolvidos, e com as instituições educacionais nas quais elas se desenvolvem. É a partir dessa relação dinâmica e complexa que o dossiê Políticas Públicas, Instituições Educacionais e Práticas Educativos reuniu reflexões e discussões plurais acerca do tema, buscando a compreensão das complexas questões destes processos.

O primeiro artigo, POLÍTICAS PÚBLICAS CURRICULARES: A QUESTÃO DA BNCC, de Luciana da Costa Itho e Thiago von Rondon Duarte, aborda a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no contexto das políticas públicas educacionais, considerando o histórico de reformas educacionais no Brasil, enquanto Alessandro Furtado Pacheco e Antonio Flavio Barbosa Moreira, em DESAFIOS E TRANSFORMAÇÕES NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA: QUESTÕES ATUAIS, discutem as mudanças curriculares empreendidas pela Lei no 13415/2017 e a nova BNCC especificamente no Ensino Médio, demonstrando o alinhamento dessas mudanças com uma racionalidade neoliberal de valorização individual. Já o artigo LEGISLAÇÕES E PARADIGMAS SOBRE A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES: PONTOS FOCAIS ACERCA DO ENSINO PÚBLICO DE PETRÓPOLIS- RJ, de autoria de Luiza Martins Varricchio, trata das políticas de formação continuada de professores e da forma que esta é fomentada pelo poder público, especificamente no caso da cidade de Petrópolis, localizada na região serrana do estado do Rio de Janeiro.

Alan Marques de Pinho e Luiza Loubak de Souza, em INTERFACES ENTRE UNIVERSIDADE E ESCOLA: UM ENSAIO SOBRE O ETHOS ACADÊMICO E A PRÁTICA PEDAGÓGICA, discutem questões que permeiam a relação entre o saber universitário e as práticas pedagógicas de ensino, abordando as relações entre a formação docente sobreposta pelo conhecimento científico e a prática pedagógica, enquanto autêntico saber docente. Esta discussão encontra diferentes fios de diálogos possíveis com o texto de Márcio Vinícius Delgado e Antonio Flavio Barbosa Moreira, REFLEXÕES SOBRE EDUCAÇÃO, IDENTIDADE E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL, uma vez que propõe uma discussão que ressalta a importância da relação entre pesquisa narrativa e os estudos pedagógicos e curriculares, enfatizando o papel da metodologia de pesquisa para a produção de reflexões sobre a construção de identidades, valores e transformações sociais, permitindo o emergir de vozes marginalizadas.

O sexto texto, ESTRATÉGIA E TÁTICA: REFLEXÕES SOBRE O AMBIENTE EDUCACIONAL A PARTIR DA OBRA DE MICHEL DE CERTEAU, de autoria de Luiz Henrique Bechtlufft Bade, tece uma aproximação dos conceitos de ‘estratégia’ e ‘tática’, a partir do pensamento de Michel de Certeau, em busca de compreender as dinâmicas da relações estabelecidas no ambiente educacional, enquanto Aparecida Bassoli Machado, em ALTERIDADE NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL, também parte do pensamento de De Certeau para discutir a alteridade na sala de aula, considerando a influência das relações estabelecidas no ambiente escolar no processo de ensinoaprendizagem. Trazendo igualmente a discussão sobre a relação entre alteridade e educação, Cainan Espinosa Gimenes, em A PRÁTICA EDUCACIONAL ENQUANTO ABERTURA PARA O OUTRO EM EMANUEL LEVINÁS, relaciona a obra e pensamento de Emanuel Levinás com a prática educacional, partindo de uma abordagem filosófica. Já Leonardo de Carvalho, em VÍNCULOS AFETIVOS NA ESCOLA – UMA CONVERSA IMPORTANTE, reflete sobre os afetos e a importância do fortalecimento das relações criadas na sala de aula.

Focalizando as práticas educativas em matérias específicas da educação básica, NOVOS OLHARES PARA A DISCIPLINA DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PETRÓPOLIS, TURISMO E EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, de autoria de Frederico Ferreira de Oliveira, Discute o processo de repensar a proposta curricular de História e Geografia,Turismo e Educação para o Trânsito em Petrópolis, região serrana do estado do Rio de Janeiro,com base no lugar social e na multiculturalidade; enquanto Leonardo Augusto dos Santos Costa, em ENSINO DE HISTÓRIA NA ERA DIGITAL: REDES SOCIAIS E PRÁTICAS EDUCACIONAIS, apresenta reflexões acerca da integração das redes sociais na educação e das possibilidades de dinamização do ensino de História e da popularização de seu conhecimento.

Por último temos o texto de Ana Clara do Carmo Clemente, ENSINO ANARQUISTA: REFLEXÕES E CONTRIBUIÇÕES, no qual a autora analisa as teorias e práticas anarquistas no campo da educação a partir de uma síntese dos pensamentos de seus principais intelectuais.

Desejamos aos leitores uma boa leitura e que as reflexões propostas, partilhando da compreensão de que é preciso anunciar denunciando e denunciar anunciando, possam possibilitar outras mais.

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Edição 25 – Dezembro – 2023 https://revistahominum.com.br/2023/12/edicao-25-dezembro-2023/ Sun, 24 Dec 2023 13:16:27 +0000 https://www.revistahominum.com/?p=713 Baixe a Edição 2023.2 da Revista Hominum

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VINTE ANOS DA LEI Nº 10.639 DE 2003: CENÁRIOS, PERSPECTIVAS E POLÍTICAS EDUCACIONAIS

 

Este dossiê tem como perspectiva analítica, discursiva e prática a matéria da cultura afro-brasileira, com ênfase no respeito à diversidade, avanços, desafios e possibilidades da Lei nº 10.639/2003, destaca-se a relevância que a Lei traz para os alunos da educação básica, tanto quanto sua importância para formação cidadã dos discentes e mais conscientes da diversidade que nos cerca, operando a respeito das contribuições históricas, políticas, educacionais e culturais afro-brasileiras.

Frente a esta justificativa pontuamos a importância de que sejam observados os desafios dos 20 anos da promulgação da Lei, assim encontramos a vigência das incertezas e novos parâmetros que visionamos na abertura do debate no sentido consolidado das construções que definiu o quadro materializada das necessidades da promulgação da Lei, que se circunscreve na sua extrema importância histórica, social, política e epistêmica do debate e como na atualidade pensamos e encontramos a formação social de nossas crianças, adolescentes e jovens.

O empenho na leitura deste dossiê deve ser permeado pela bonificação das realidades de cada leitor que passará observar as reflexões e as mudanças tanto quanto as incertezas do tempo corrente, que nos insere em contextos cada vez mais diversificados e com elaboração de novas necessidades coisificadas e, por isso, novas lutas se inserem para reconhecimento das necessidades das políticas afirmativas, como também voltar às origens para nos fazer problematizar condições sociais que unifica, separa e nos distingue, bem como no âmbito reparativo da ação e efeito das políticas educacionais.  Por outro lado, os artigos presentes nesse dossiê já carregam consigo a atualização de dizeres materiais do que é posto nesses 20 anos de promulgação.

O aniversário da Lei já traz consigo os apontamentos das estruturas de poder que por justaposição oferecem uma análise qualificada para falarmos de racismo estrutural, formação de professores, população negra, resistência política, nossa história brasileira, democracia, política educacional, inclusão social, colonialismo, inclusão social e, por fim, como esteio para todo o debate seja de forma evidenciada ou nas entrelinhas do debate sobre a Educação e o tema.

A união das mais diferentes perspectivas é o encontro com as necessidades, tanto quanto a materialização que transforma os caminhos sociais, políticas, educativos, econômicos e ambientais na esfera dos enfrentamentos, lutas e as incertezas do tempo presentes na consolidação do capital cada vez mais diretivo como fenômeno do consumo e na sustentação de necessidades urgentes e descabidas de interesses do bem comum.

Comemorar os 20 anos da Lei 10.639/2003 é comemorar a luta contra um Brasil desigual, racista e excludente que nos posiciona materialmente para uma formação que seja capaz de enfrentar mudanças e as incertezas advindas de marcas indeléveis na história do povo brasileiro, que em muitos casos estão adormecidas e algum momento será lugar de debate e de resistir.

Por conseguinte, que não deixemos de pensar: Quais as lutas e resistência iremos travar para uma educação inclusiva, não racista e capaz de formar cidadão sobre a tutela da análise e não aceitação da materialidade das injustiças? Sejamos atentos aos movimentos sociais e políticos que nos fazem lutar hoje e fará amanhã!

Desejamos que seja uma leitura profícua, atenta e reflexiva!

Dr. Alexandre Ferreira (UFPB)

Dra. Larissa C. de Albuquerque

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Edição 24 – Janeiro – 2023 https://revistahominum.com.br/2022/12/edicao-24-janeiro-2023/ Sat, 31 Dec 2022 20:15:17 +0000 https://www.revistahominum.com/?p=657 Baixe a Edição 2023.1 da Revista Hominum

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ENTRELAÇAMENTOS DE PRÁTICAS E FORMAÇÃO DOCENTE: POLÍTICAS, CURRÍCULOS, LINGUAGENS E CULTURAS

 

A educação formal e a escola cumprem função de socialização e incorporação do indivíduo aos padrões culturais da sociedade onde esse indivíduo se insere. Essa função é cumprida através de uma série de metodologias, seleções, normas, projetos, organizações curriculares, formações, legislações, entre tantos outros elementos, que trazem em si concepções ideológicas e políticas que estão colocadas naquele espaço-tempo histórico. Ou seja, para cada momento histórico poderemos distinguir elementos característicos que vão influenciar a educação, a escola, os professores, e os estudantes.

Uma vez que a educação e a escola são produtos culturais de seu tempo, são historicamente construídos, eles abrigam em si as marcas das concepções de educação, de ensino, de sociedade, bem como ideologias e formas de pensar/agir considerados adequados naquele espaço-tempo cultural. Esse percurso de construção leva para a educação e para a escola elementos sociais importantes de preservação do patrimônio cultural. Porém, essa construção também leva elementos questionáveis para dentro da escola, como segregação, racismo, heteronormatividade e outros, que deveriam ser problematizados em sua permanência e reprodução.

O exercício da docência e a formação do professor também são tributários da construção sócio-histórico-cultural, lidando tanto com a preservação do patrimônio cultural quanto com os elementos de reprodução da sociedade. António Nóvoa (1991, p. 441) coloca que “a profissão docente está intimamente articulada com uma prática e um discurso sobre as finalidades e os valores da sociedade. Os professores […] são portadores de uma mensagem cultural e social e desempenham uma profissão carregada de intencionalidade política e ideológica”.

Este dossiê intitulado “Entrelaçamentos de práticas e formação docente: políticas, currículos, linguagens e culturas”, parte desta concepção – da educação como um processo contínuo de construção/desconstrução/reconstrução mediado pelos intervenientes sócio-histórico-culturais – e pretende abrir um espaço de discussão sobre políticas, currículos, linguagens e culturas explicitadas ou subsumidas em situações, espaços, documentos, propostas, metodologias, formações e discursos.

Foi organizado com textos selecionados entre autores que têm como ponto de contato a formação na Universidade Federal do Mato Grosso do SUL (UFMS) e a vinculação a dois Grupos de Pesquisa existentes nessa Universidade: o Grupo de Estudos e Pesquisas Currículo, Cultura e História (GEPEH/UFMS), que tem como líderes as professoras Maria Aparecida Lima dos Santos e Maria de Fátima Xavier da Anunciação de Almeida, ambas da Faculdade de Educação (FAED/UFMS); e o Grupo de Estudo e Pesquisa sobre Formação e Práticas Docentes (FORPRAT/UFMS) e tem como líderes as professoras Márcia Regina do Nascimento Sambugari e Patricia Teixeira Tavano, ambas do Campus Pantanal (CPAN/UFMS).

É interessante sinalizar que esses autores são um entremeado de formações e experiências, e abarcam desde pesquisadores iniciantes a pesquisadores muito experientes, pois a intenção é exatamente dar voz à diversidade, às várias maneiras de se pensar e refletir sobre a educação, à docência, a escola, discutindo a formação e a prática docente através de políticas, currículos, linguagens e culturas.

Nosso percurso começa com a produção do conhecimento no artigo “História Oral e Ensino: registro de entrevistas para análise de práticas docentes”, de Suzana Lopes Salgado Ribeiro. Segue para a discussão de elementos constitutivos da Educação e da Escola, explicitando currículos, políticas e culturas nos artigos: “Sala de aula/território”, de Patricia Teixeira Tavano; “A integralidade nas escolas das águas: consolidando rotinas educativas”, de Dilson Esquer; “A Lei 10.639/03 em sala de aula e o mito da democracia racial”, de Melina Lima Pinotti; “Tensões possíveis entre literatura surda e literatura ouvinte”, de Carlos Roberto de Oliveira Lima; e “Projetos de Educação Física na escola: possibilidades para pensar a educação social no ambiente escolar”, de Sérgio Guilherme Ibañez.

Partimos então para o debate da formação e prática docente nos artigos: “Projeto de aulas abertas: defesa da formação docente e da educação pública”, de Maria de Fátima Xavier de Anunciação Almeida e Indaya de Souza Nogueira; “A precarização do trabalho docente e a Base Nacional Comum de formação de professores (BNC-FP)”, de Ana Karolinna Rodrigues Moraes; “Sentidos do aprender a escrever e práticas em sala de aula: ensino de história e identidade”, de Daniele dos Santos Barreto; e “Formar-se professor no âmbito PIBID” de Marielli Vilalva de Jesus.

Espero que aproveitem o percurso que apresentamos aqui!

Referência Bibliográfica

NÓVOA, Antonio. Para o estudo sócio-histórico da gênese e desenvolvimento da profissão docente. Teoria e Educação. v. 4, p. 109-139, 1991.

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Edição 23 – Especial – 2022 https://revistahominum.com.br/2022/11/edicao-23-especial-2022/ Tue, 29 Nov 2022 15:07:03 +0000 https://www.revistahominum.com/?p=644 Baixe agora a nova edição da Revista Hominum.

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Apresentação

Este número traz um dossiê com artigos feito para o V Colóquio Internacional de História da África “Missionação, Agências e Sujeitos Históricos” que aconteceu entre 28 e 30 de abril de 2021. Nesta quinta edição do evento a proposta foi discutir a cooperação para a multiplicação de pesquisas e novas perspectivas sobre o conhecimento da história da África colonial e pós-colonial. Dentro da tradição multidisciplinar Jefferson Olivatto Silva apresenta artigo que versa sobre a resistência africana a partir do Movimento Lumpa de Alice Lenshina da Zâmbia que mediou prática culturais e o cristianismo passado pela igreja presbiteriana e escocesa que resultou na United Church of Central Africa. Jéssica Evelyn Pereira dos Santos analisa a obra etnográfica de Wilfrid D. Hambly e Gladwyn Murray Childs que estudaram as sociedades do planalto central de Angola em pleno período colonial e da delimitação do campo antropológico.

Já Anselmo Otávio apresenta suas reflexões sobre o discurso o The African Renaissance, South Africa and the World proferido pelo vice-presidente da África do Sul, Thabo Mbeki feito em 1998 que traz uma nova perspectiva política do África do Sul e sobre os países africanos que representa um período de transformação. As ações de violência como armas de guerra são o tema do artigo de Danielle C. Fuschilo e Letícia M. Dutra que analisam o estupro feminino durante a Guerra de Ruanda (1990-1994), conflito étnico que ocorreu entre Tutsis e Hutus. Buscando compreender o papel da política externa chinesa.

Em artigo, Vitória C. Oliveira busca entender as ações do país na Cooperação Sul-Sul em especial nas relações diplomáticas com o Djibouti. Laurindo Paulo R. Tchinhama desenvolve uma reflexão sobre as medidas políticas e sanitárias implementadas pelos Estados africanos no enfrentamento da covid-19 apontando o histórico de experiências de combate a outras endemias e pandemias que acometeram os países africanos. Tamires S. Paula analisa a partir do diário de missão do padre Graciano Castellari, sua trajetória e permanência na missão nos períodos de fim do colonialismo em Moçambique mesmo no pós- independência (1975-1992). Finalmente Bruna C. Reynals e Júlia M. Lima apresentam a entrevista com o Arcebispo Dom Luís que viveu na província de cabo Delgado, ao norte de Moçambique onde ele relata os acontecimentos da guerra em Moçambique comentando os aspectos que resultaram no conflito e o sequestro das irmãs religiosas por grupos insurgentes. Esperamos que esta rica diversidade de artigos possa estimular e proporcionar debates e ao leitor e pesquisadores da área das Ciências Humanas.

Boa leitura a todos

Profa. Lúcia Helena Oliveira Silva (UNESP-Assis)

Profa. Patricia Teixeira Santos (UNIFESP- SP)

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Edição 22 – Junho de 2022 https://revistahominum.com.br/2022/06/edicao-22-junho-de-2022/ Thu, 30 Jun 2022 14:24:38 +0000 https://www.revistahominum.com/?p=593 Baixe agora a nova edição da Revista Hominum.

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A MELANCOLIA NA HISTÓRIA

Pensando o fenômeno em perspectiva global

 Maria Daniela Bastos[1]

Sergio Schargel[2]

É vasto o amonte teórico-literário que tenta alcançar o âmago daquilo que se conhece como pelo nome de melancolia, palavra derivada do grego μελαγχολία e que designa uma tristeza vaga, funda e atuante. Ao longo das idades, muitas foram as tentativas de cerzir aquilo que a diferenciava dos outros humores corporais e, assim, muitas especulações e saberes foram elaborados. Foi vista como desequilíbrio entre as substâncias dos quatro humores; como a ausência de Deus; como traço de genialidade; e, a partir da revolução copernicana que Freud (2013) realiza, como uma relação de tanatofilia que surge em decorrência da perda de um objeto libidinal não identificado. Enzo Traverso (2018) expande as ideias de Freud (2013) e as aplica à política, denominando de melancolia de esquerda duas manifestações distintas, uma ativa, a dialética da derrota, e uma passiva, a perda do futuro idealizado. Para Traverso, o polissêmico campo que se compreende por esquerda, de comunistas a sociais-democratas, sempre manifestou uma melancolia intrínseca, não apenas pelas sequenciais e diversas derrotas políticas, mas, tanto mais, pelo esvaziamento do presente em prol de um futuro idealizado.

A proposta desse dossiê é explorar as relações as relações entre luto, melancolia, história e memória, em uma perspectiva global, isto é, que privilegiem relações transculturais, comparativas, transnacionais e/ou interdisciplinares. Desta forma, a intenção é privilegiar propostas que explorem a melancolia como condição que ultrapassa barreiras de tempo e espaço – em verdade, sua fons et orig ganha novos contornos e contrastes dado a modulação que a cultura imprime na subjetividade de cada época. Assim, se tornará possível enriquecer o estado da arte em diversas frentes com visões heterogêneas, bem como contribuir para os estudos globais a partir da ótica de um fenômeno milenar.

Submissões podem ser voltadas para, mas não limitadas, aos seguintes eixos temáticos:

I) A literatura e a arte da melancolia: como manifestações artísticas absorvem a dor, a memória, a ausência de sentido e a transformam em potência criativa? (Ex.: visões comparativas entre a literatura de Paul Celan e Primo Levi).

II) A relação da história com o luto e a melancolia (ex. a visão da antiguidade, a visão medievalista, a visão da psicanálise).

III) A melancolia na teoria política (ex.: Melancolia de esquerda, obra de Enzo Traverso; o trabalho da psicanalista Maria Rita Kehl sobre melancolia, ressentimento e fascismo).

IV) Pós-memória e melancolia (ex.: pós-memória na terceira geração de sobreviventes do Holocausto).

V) A melancolia na linguística (ex.: como o conceito se transpõe entre os idiomas).

A proposta se derivou a partir de um diálogo interdisciplinar entre as pesquisas dos proponentes.

[1] Mestranda em Letras pela UFJF. Sua pesquisa e produção acadêmica refletem acerca das diversas manifestações da morte em vida, seja aquela de ordem psicológica e/ou simbólica na estrutura interna da obra de Pedro Nava. E-mail: mariadanielabelfort@outlook.com.

[2] Doutorando em Letras pela USP, doutorando em Comunicação pela UERJ, doutorando em Ciência Política pela UFF. Mestre em Letras pela PUC-Rio, mestrando em Ciência Política pela UNIRIO. Sua pesquisa e produção artística são focadas na relação entre literatura e política, tangenciando temas como teoria política, literatura política, pós-memória, antissemitismo e a obra de Sylvia Serafim Thibau. E-mail: sergioschargel_maia@hotmail.com.

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Edição 21 – dezembro 2021 https://revistahominum.com.br/2021/12/edicao-21-dezembro-2021/ Mon, 20 Dec 2021 22:33:10 +0000 https://www.revistahominum.com/?p=557 Edição 21 - Dezembro de 2021

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O ano de 2021 foi um ano de muitos desafios para a população mundial. Ainda mais no caso das professoras e professores que precisaram se renovar em meio a pandemia de COVID-19 e enfrentar as dificuldades na educação EAD e híbrida. Contudo, mesmo com as barreiras impostas, ora políticas, ora econômicas e ora estruturais, a educação não parou. Dessa forma, dedicamos essa edição para todas as pessoas que de forma direta ou indiretamente foram afetadas pela pandemia e também à classe docente brasileira.

Especificamente sobre nosso novo volume, ele inicia com o Dossiê “Memória, História e Ensino de História” organizado pelas professoras Andréa Camila de Faria Fernandes e Claudia Patrícia de Oliveira Costa, ambas ligadas ao Núcleo de Estudos sobre Biografia, História, Ensino e Subjetividade (Nubhes/UERJ).

No referido Dossiê, é possível encontrar diferentes abordagens acerca do tema proposto pelas organizadoras, demonstrando a importância do debate acerca da memória, da história e do ensino. Como destacam as professoras, “[…] os textos aqui reunidos – ao mesmo tempo que problematizam as questões que interligam memória, história e ensino de história – constroem memórias de instituições e profissionais preocupados com o desenvolvimento de um saber histórico que esteja para além da narração e repetição dos fatos e nomes canonizados, mas voltados também para a problematização da instituição desses cânones e da nossa participação enquanto sujeitos históricos nesses processos”.

Mas, a Revista Hominum, como sabem, também recebe artigos livres e relatos de experiência, e nesse número não foi diferente. Na presente edição contamos com sete artigos livres e dois relatos de experiência, os quais demonstram as inúmeras possibilidades de se pensar a história e as experiências de ensino. Assim, fechando o ano de 2021 entregamos a você leitor (a) mais um volume que busca contribuir com a educação e seu protagonismo cotidiano.

Conselho Editorial

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Edição 20 – Junho de 2021 https://revistahominum.com.br/2021/06/edicao-20-junho-de-2021/ Thu, 17 Jun 2021 17:42:45 +0000 https://www.revistahominum.com/?p=541 Edição 20 - Junho de 2021.

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A Edição 20 da Revista Hominum está agora a disposição. Um pouco sobre ela:

“O dossiê Mulheres fazendo História: relatos, trajetórias e produções, proposto pelo LEGHI (Laboratório de Estudos de Gênero, História e Interculturalidade) da Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD – Cátedra da UNESCO/BR) em parceria com o Liliths (Grupo de Estudos e Pesquisa Gênero e História das Mulheres) da PUC/RS teve como objetivo reunir pesquisas cujo corpus seja composto de fontes produzidas por mulheres ou a elas relacionadas, considerando a pluralidade feminina e suas diferentes formas de expressão.

As últimas décadas do século XX apresentaram expressivas mudanças no que tange os estudos sobre mulheres, consideramos ainda a categoria de gênero nas ciências sociais e humanas, em uma articulação entre os feminismos e o desenrolar da historiografia. Por estabelecerem um novo olhar analítico que compreende a mulher como objeto e sujeito da História, o gênero figura como alternativa de análise que incorpora às relações sociais, as experiências, as redes sociais, suas variações e seus significados culturais, onde hierarquizações, estereotipias, assimetrias e desigualdades socioculturais vivenciadas por estas mulheres perpassam demarcadores sociais.

Desta forma, o dossiê conta com pesquisas interdisciplinares que utilizem ciências auxiliares como a literatura, o direito, a imprensa, a educação, diferentes formas artísticas para enriquecer o conhecimento histórico e que tenham como finalidade primordial a visibilidade feminina. O dossiê recepcionou estudos que visaram desconstruir, deslegitimar e desnaturalizar o binarismo, a misoginia e o essencialismo biológico; contestar a história universal, o silenciamento, o apagamento e as desigualdades infligidas às mulheres, e mostrar como elas sempre falaram e participaram da história, mas nem sempre foram ouvidas, incluídas ou referenciadas. O dossiê parte do questionamento da prevalência do olhar masculino na escrita da História e da problematização do processo de inclusão das mulheres como sujeitos da História a partir de uma narrativa histórica tradicional dominante que não dá conta da multiplicidade da presença feminina nos diversos contextos históricos.”

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Edição 19 – Dezembro 2020 https://revistahominum.com.br/2020/12/edicao-19-dezembro-2020/ Thu, 10 Dec 2020 21:47:19 +0000 https://www.revistahominum.com/?p=273 Edição anterior

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Após um breve hiato, a Revista Hominum está de volta. Agora voltando-se ao seu conceito original, a Revista trará artigos científicos da área de humanas com uma nova proposta: ser acessível ao público não acadêmico.

Desta forma, o conhecimento que ficava, e ainda fica, na academia se torna acessível e abre-se, assim, uma ponte entre a academia e o grande público brasileiro.

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Edições de 2016 https://revistahominum.com.br/2020/08/edicoes-de-2016/ Mon, 03 Aug 2020 21:17:15 +0000 https://www.revistahominum.com/?p=183 Confira aqui as edições de 2016 da Revista Hominum.

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A seguir estão todas as edições do ano de 2016 da Revista Hominum. Para a leitura das edições tenha em seu computador ou smartphone o Adobe Reader ou o Foxit Reader para que seja possível ler os arquivos PDF.

  • Edição 18
    Artigo: A hegemonia burguesa nas Diretas Já: o caso de Campo Grande – MS e os limites da “redemocratização”; Samuel Fernando da Silva Junior;
    Artigo: “Viva a República”: Guerra de Canudos em crônicas machadianas; Raquel Cristina Ribeiro Pedroso;
    Artigo: A criação da Escola de Paraquedistas (1945): algumas considerações; Claudius Gomes de Aragão Viana;
    Artigo: O Integralismo e o jornal A Offensiva; Cintia Rufino Franco Shintate, Renan Antonio Silva, Cláudia Christina Mendes Rocha;
    Artigo: O PNDH-3 e a proposta de mediação de conflitos agrários; Alex Ricardo Bombarda;
    Artigo: As visões médicas e jurídicas sobre os serviços de assistência no Distrito Federal: uma análise sobre as propostas formuladas por Luiz Barbosa e Ataulfo de Paiva; Lívia Freitas Pinto Silva Soares;
    Artigo: A fronteira Brasil-Paraguai: sua história e suas representações discursivas no “Programa Escolas Bilingues de Fronteira (PEBF); Jaqueline Alonso Braga de Oliveira;
    Artigo: Entre a empiria e a erudição:
    Fundamentos do olhar corográfico no Brasil e em Minas Gerais, século XIX.; Pérola Maria Goldfeder e Castro;
    Artigo: Alteridade e etnicidade: Tito e Moisés no Livro V das HISTORIAE de Tácito; Bruno Torres dos Santos;
    Artigo: Grécia de cartolina: a estilização das culturas clássica e oriental no pré-modernismo brasileiro; Maurício Silva;
    Artigo: “O Povo já não tem medo!”: A experiência revolucionária portuguesa e a concepção metodológica de Edward Thompson; Pamela Peres Cabreira;
    Artigo: Música e tempo: o que vem do ser para o próprio humano Mayara Divina Teles Niceias, Claudia Regina de Oliveira Zanini;
    Artigo: Trabalho e cultura: A história do sumô londrinense; Cássio Joaquim Gomes, Adriana de Carvalho Medeiros, Maria Edi da Silva Comilo;
    Artigo: História de uma região para o refinação: Atitalaquia- Tula, México,; Luis Alberto Luna Gómez;
    Artigo: A produção do outro: Johannes Fabian e sua crítica à antropologia; Marcos Alfonso Spiess;
    Review: COGGIOLA, Osvaldo. A Segunda Guerra Mundial: Causas, Estrutura e Consequências. 1º Ed. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2015.; Luccas Eduardo Castilho Maldonado;
    Review: O Homem que é alto é feliz? Uma introdução ao gerativismo.; Daiane Borges Neitzke;
    Artigo: QUEIROZ, Suely Robles Reis de. Escravidão negra em debate. In: Marcos Cézar Freitas. (Org.). Historiografia Brasileira em perspectiva. 1ed.Bragança: Universidade São Francisco/Contexto, 1998, v. 01, p. 103-118., Antônio Robson de Oliveira Alves

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